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08/04/2022 1.032 leituras

Pix bate novo recorde, com quase 60 milhões de transações em um dia

Além de número histórico de transferências, Pix supera cartões de débito e crédito e se torna o método de pagamento mais usado


O Pix não para de crescer, e marcos recentes mostram como as transferências instantâneas caíram no gosto do brasileiro. O recorde de transações em um mesmo dia foi batido mais uma vez nesta quarta-feira (6), com quase 60 milhões de transações registradas. Foram 59.981.242 em 24 horas.


O número supera o recorde anterior, que não era tão antigo assim. Em 1º de abril de 2022, 57.877.688 transferências foram realizadas.


O novo recorde, no entanto, não foi suficiente para bater o maior volume financeiro movimentado em um único dia.


Em 20 de dezembro de 2021, o Pix foi responsável pelo total de R$ 36,8 bilhões em transferências. No dia 6 de abril de 2022, foram R$ 32,9 bilhões.


Pix supera cartões de crédito e débito


Outro dado importante para entender a dimensão do Pix é a fatia que ele conquistou nas modalidades de pagamento.


Nos dados do quarto trimestre de 2021 do Banco Central, as transferências instantâneas estão em primeiro lugar, representando 20,61% das transações.


Isso o coloca acima de cartões de débito e crédito. Os cartões de débito ficaram em segundo lugar, com 20,38%. Já os cartões de crédito estiveram em terceiro, com 19,73%.


O Pix teve um crescimento bem rápido. No terceiro trimestre, ele correspondia a 17,15% das transações.


Nesse mesmo período, cartões de débito e crédito tiveram quedas discretas. No trimestre anterior, eles respondiam por, respectivamente, 20,87% e 19,76%, números quase idênticos aos do último trimestre.


Quem parece estar cedendo muito espaço para o Pix é o boleto. Ele caiu de 13,42% para 11,81%.


Outras formas de pagamento também reduziram sua participação no total: débito direto, saques, TED, transferências intrabancárias, DOC e cheques tiveram percentuais menores.


Além do Pix, a única modalidade a crescer foi o cartão pré-pago, que saiu de 9,47% para 10,17%.

Fonte: economia.ig — 06/04/2022

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