Caso trabalhador opte por não retirar o dinheiro, o montante volta para a cota no Fundo
Termina nesta quinta-feira (15) o prazo para retirada de R$ 1.000 do Fundo de Garantia e Tempo de Serviço (FGTS) para trabalhadores que ainda não sacaram o FGTS Extraordinário.
Segundo a Caixa Econômica Federal, caso trabalhador opte por não retirar o dinheiro, o montante volta para a cota no Fundo devidamente corrigidos.
Ainda segundo o banco, cerca de 12 milhões de brasileiros ainda não tiraram o dinheiro, o que corresponde a R$ 8 bilhões.
Até agora, nesta modalidade, foram retirados R$ 31,7 bilhões por 45,9 milhões de trabalhadores.
Para saber se está apto a sacar, o trabalhador precisa fazer uma consulta no aplicativo FGTS, disponível para iOS e Android, em agência da Caixa ou pelo site oficial.
A Caixa afirma que os créditos são depositados automaticamente na conta do Caixa Tem de cada trabalhador. O valor é disponibilizado uma vez por ano e pode chegar à mil reais por contribuinte.
Caso o pagamento não caia automaticamente na conta do trabalhador, é necessário pedir a liberação do crédito. Para solicitar o dinheiro, não é necessário a solicitação da liberação de verbas, já que o valor já está depositado na conta do trabalhador.
Contudo, se houver dados inconsistentes ou incompletos, o beneficiário deve pedir a liberação dos recursos.
Qualquer pessoa que tiver alguma conta vinculada ao FGTS pode sacar o crédito.
Os saques só estarão bloqueados caso o beneficiário esteja com uma determinação judicial em aberto; dados inconsistentes; pedido de devolução de valor recolhido pelo empregador ou garantia de operações de crédito com antecipação do saque-aniversário.
Fonte: economia.ig — 15/12/2022