Para ajudar o consumidor a fazer boas escolhas, o Inmetro lançou um guia com as principais dicas e informações para aproveitar melhor o desempenho das lâmpadas LED. Reproduzimos abaixo algumas orientações importantes:
Durabilidade: as LED podem durar quatro vezes mais do que as fluorescentes compactas. Entretanto, alguns fatores não relacionados com a qualidade do produto podem afetar sua durabilidade, como oscilações da rede elétrica ou mau contato no ponto de instalação.
A garantia também é mais longa do que as das lâmpadas comuns. Então, se o produto parar de funcionar ou tiver a sua eficiência luminosa reduzida antes do prazo de garantia terminar, configurando um defeito, você pode solicitar a substituição. Porém, para usufruir desse direito é preciso guardar a embalagem e a nota fiscal.
Benefícios para a saúde e para o meio ambiente: não contém mercúrio na sua constituição, como é o caso das fluorescentes compactas, podendo ser descartadas em lixo comum, sem impacto ambiental.
Também não emitem radiação ultravioleta e infravermelha (sedo mais confortável para os olhos) e são mais difíceis de quebrar. Mesmo que isso aconteça, um revestimento especial impede que cacos voem e se espalhem, preservando a saúde e a segurança do usuário.
Custo inicial: o custo inicial é mais alto. Considerando o baixo custo de sua manutenção – em função da maior durabilidade – e a redução do custo na conta de luz, o gasto maior na sua compra poderá ser compensado. A dica é: comece substituindo as outras lâmpadas pelas LED nos cômodos mais utilizados.
Tipos de LED: existem dois tipos – as de baixa potência, para situações que demandam baixa luminosidade, e as de alta potência para iluminação de ambientes que exijam maior luminosidade. Este segundo tipo pode ser não-direcional ou direcional. As não-direcionais são lâmpadas de iluminação geral, a luminosidade é uniforme em todo o entorno. As direcionais têm o facho de luz dirigido, mas indicada quando se deseja fazer um foco de luz em determinado ambiente. Além dessas, existem as LED tubulares com o foco luminoso equivalente ao da fluorescente tubular.
Cores: as cores que podem ser identificadas nas embalagens como “temperaturas de cor”, expressas em Kelvin (K), que nada tem a ver com a quantidade de calor gerado pela lâmpada. Existem os seguintes tons:
- amarelo-alaranjado (quente ou morno – 2.700K) – mais apropriado para ambientes de descanso como quartos e salas de TV.
- branco (intermediário ou neutro – entre 3.800 e 4.200K) – utilizada com mais frequência em ambientes de trabalho. .
- branco-azulado (frio – acima de 6.000K) – indicada para lugares que precisem de plena iluminação, como cozinhas, áreas de serviço e outros.
Fique de olho na etiqueta. Observe a equivalência entre as diferentes tecnologias de lâmpadas. Por exemplo: uma fluorescente compacta de 15 W, equivale a uma LED de 9 W. Como ambas proporcionam fluxo luminoso semelhante, é justamente a menor potência que faz com que as LED tenham a melhor eficiência luminosa.
A etiqueta do Inmetro informa a diferença entre os produtos disponíveis no mercado e o Selo Procel, Programa coordenado pela Eletrobras, destaca aqueles mais eficientes, facilitando a escolha dos consumidores.
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Fonte: Portal do Consumidor — 21/03/2016