A câmara, em matéria sob relatoria do desembargador Eládio Torret Rocha, fixou o ressarcimento na exata diferença monetária entre os valores inicial e final do financiamento. O TJ, contudo, negou danos morais e lucros cessantes, anteriormente concedidos na comarca de origem, por entender que não houve abalo anímico demonstrado e que o imóvel em questão – por integrar o programa Minha Casa, Minha Vida – não se presta a contratos de locação, mas exclusivamente de moradia. A decisão foi unânime (Apelação Cível n. 2014.091655-5).
Fonte: TJSC - Tribunal de Justiça de Santa Catarina — 14/04/2016